Foram mais de 25 anos de atuação no mercado corporativo — liderando equipes, estratégias e desenvolvimento humano. Sou grata por cada um deles: foi ali que me desenvolvi de verdade.
Mas em algum momento, lá pelos meus 33, 35 anos, comecei a questionar. Não só o trabalho — a forma como eu vivia. Eu tinha passado muito tempo no automático, e fui percebendo que não estava respeitando meus próprios limites. Isso começou a pesar — não só na mente, no corpo também. Até que veio o burnout.
Aprendi, da forma mais dura, que a única coisa que eu não podia de jeito nenhum negligenciar era a minha saúde. Desde então, esse é o meu inegociável — e conscientizar cada vez mais pessoas sobre isso, antes que cheguem onde eu cheguei, é o meu propósito.
Foi esse processo que me levou a investigar de verdade os impactos do estresse crônico, da sobrecarga emocional e da desconexão do meu próprio corpo — e a integrar ciência do comportamento, práticas de regulação do sistema nervoso e experiências de presença. Um dos meus estudos de cabeceira hoje é Dare to Lead, da Brené Brown — a ideia de que liderar com coragem começa por se permitir ser visto, vulnerável, humano.
Hoje atuo com práticas integrativas para pessoas e empresas — breathwork, sound healing, meditação e psicologia positiva — facilitando experiências que ampliam percepção, segurança interna, clareza mental e reconexão comigo mesma. E é isso que eu conduzo: pra que você continue performando, mas respeitando seu tempo, seus limites e o que realmente importa pra você.